REFORMA POLÍTICA - Para Sarney, pressão da opinião pública vai ajudar na aprovação

por Luiz Carlos Santana de Freitas publicado 02/03/2011 13h56, última modificação 02/03/2011 14h34
Presidente do Senado e do Congresso diz que há hoje uma pressão da opinião pública e uma consciência nacional de que esse assunto não pode mais ser postergado (02/03/2011).
REFORMA POLÍTICA - Para Sarney, pressão da opinião pública vai ajudar na aprovação

Consciência nacional é pela reforma política, diz Sarney - 02/03/2011

Confira matéria da Agência Senado.

A pressão da opinião pública fará com que a Reforma Política seja aprovada de forma célere, disse o presidente José Sarney ao chegar ao Senado nesta quarta-feira (2) à Casa. Para o senador, a diferença de prazos das duas comissões do Congresso para promover mudanças na política nacional - 45 dias no Senado e 180 na Câmara - não comprometerá a aprovação de um projeto sobre o tema.

- Acho que há hoje uma pressão da opinião pública e uma consciência nacional de que esse assunto não pode mais ser postergado. Acredito que isso vai naturalmente obrigar todos nós a resolver esse assunto - frisou o parlamentar.

Sarney também comentou o início dos trabalhos da comissão do Senado, que aprovou nesta terça-feira (1º) uma agenda de discussão. Para o senador, a comissão deve cumprir o prazo estabelecido.

- Estamos trabalhando com uma metodologia de não fazer uma discussão teórica, mas uma comissão tópica sobre os assuntos que estão entravando o funcionamento da vida pública brasileira - afirmou.

Comissão da Câmara

Ao ser indagado por jornalistas se a presença de deputados que têm processos na Justiça prejudicaria os trabalhos da Comissão da Reforma Política da Câmara dos Deputados, Sarney disse que a responsabilidade da indicação dos membros cabe à Câmara.

- As escolhas dos nomes da comissão da Câmara dos Deputados são de responsabilidade do presidente Marco Maia. Acredito que ele tenha feito [essas escolhas] com absoluto espírito de fazer uma comissão que fosse melhor - assinalou.

Rodrigo Baptista / Agência Senado
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