Terceiro dia da Missão de Arranque

por Tâmara Monteiro/Anderson Barbosa — publicado 27/01/2010 12h28, última modificação 27/01/2010 17h25
O treinamento em temas financeiros do Banco Interamericano de Desenvolvimento, BID, dirigido à equipe do Interlegis segue firme na manhã desta quarta-feira (27), terceiro dia da Missão de Arranque

Acontece nesta quarta-feira (27) o  terceiro dia da Missão de Arranque com o  treinamento na parte financeira, contábeis e contratuais dado pela especialista do setor fiduciário do Banco Interamericano de Desenvolvimento, BID, Mônica Merlo.

Mônica Merlo tem esclarecido à equipe do Interlegis quanto às demonstrações financeiras a serem apresentadas ao BID, para fins de auditoria e a responsabilidade e funções de cada um.

- O tema é bastante complexo, é necessário a análise dos itens financeiros do Contrato e um perfeito esclarecimento do mutuário, para que tudo que é exigido pelo Banco possa ser devidamente cumprido.”, ressalta a especialista.

A Política do BID sobre auditoria de Projetos e Entidades exige demonstrativos de recursos recebidos e desembolsos efetuados e, ainda, demonstrativos de investimentos isentos de erros e sem possibilidade de desvios materiais. Durante o período de execução do Programa esses demonstrativos serão apresentados anualmente e serão auditados para avaliar a situação financeira do Projeto, verificar o uso adequado dos recursos e antecipar problemas de execução. Com a auditoria, será possível reavaliar os objetivos do Programa, definir modificações e realocar recursos.

 

Tarde do terceiro dia:

Na tarde do terceiro dia da Missão de Arranque do Interlegis II, a equipe do Banco Interamericano de Desenvolvimento, BID, promoveu um treinamento na área de aquisições. O especialista Roberto Monteverde explicou todos os procedimentos de compra e aquisições contidos nas normas e política do banco. Foram distribuídos  uma pasta e um CD com todos os materiais e procedimentos necessários para as aquisições de bens, serviços, consultorias ou obras.

Segundo Monteverde, as compras têm que ser feitas por pregões eletrônicos. “Desde 2006 as compras realizadas no Brasil são feitas por pregões eletrônicos, por isso não precisarão passar por revisão do BID. Neste caso temos o documento para  assegurar que todas as aquisições estejam de acordo com as políticas do banco”, concluiu.

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