Vereadores se reúnem em Brasília

por guilhermeguedes — publicado 29/11/2007 11h15, última modificação 29/11/2007 11h18
A convite da Associação de Vereadores de Minas Gerais (ASVEMG), vereadores de diversos municípios se reuniram na sede do Programa Interlegis para discussão de temas importantes ao legislativo municipal, como as Eleições 2008 e a PEC dos Vereadores

A Associação de Vereadores de Minas Gerais, através de seu presidente, o vereador de Três Marias (MG) Edson Melgaço, convidou os presidentes das câmaras municipais do país - das capitais dos Estados e dos municípios com mais de 200 mil habitantes -, para uma reunião, na quinta-feira (29), no edifício-sede do Programa Interlegis, em Brasília.

A intenção da reunião é discutir, com vereadores de todo o país, questões relevantes do cenário legislativo municipal, especialmente a PEC 333/04 - a chamada PEC dos Vereadores -, as regras para as eleições municipais de 2008, e a Reforma Política.

Segundo Melgaço, que também é vice-presidente da União dos vereadores do Brasil, a intenção é trazer pontos de vista diferentes para o debate. "Convidamos todas as câmaras municipais do país, especialmente aquelas com mais de 200 mil habitantes", declarou, ao reforçar a necessidade do debate entre as câmaras municipais. "Os vereadores são a base do diálogo entre a comunidade e o Poder Legislativo, por isso a necessidade do debate", afirmou.

Entre os outros vereadores participantes, foi unânime a aprovação da iniciativa. Segundo o vereador Wagner Casadei, do município de Lins (SP), a proposta da reunião é excelente. "Qualquer forma de discussão das questões do legislativo é importantíssima", disse. O vereador Nelson Figueiredo, de Mãe D'água (PB), corroborou as palavras do vereador paulista. "Estamos aqui buscando solucionar vários problemas. Uma reunião como essa facilita a comunicação entre as casas, principalmente para quem é do interior", relatou.

Alguns pontos têm maior importância na discussão. Para o vice-presidente da Câmara Municipal de Ipatinga (MG), a redução no número de vereadores prejudicou o funcionamento do legislativo municipal. "Houve redução no número de vereadores, mas na prática as despesas não diminuíram. O que diminuiu foi a força das Câmaras Municipais", afirmou.

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